quarta-feira, 8 de maio de 2013

Dificuldade de Ensino e Aprendizagem


I Congresso Internacional e III Congresso Nacional de Dificuldade de Ensino e Aprendizagem - Diversidade no Ensinar e Aprender: Educação Saúde e Sociedade

 Tema: “Dificuldade de Ensino e Aprendizagem”, “Inclusão Escolar”, “Inclusão Social”, “Aprendizagem” e “Ensinagem”.

O evento, que acontece no dias  29, 30 e 31 de agosto de 201 já conta com a presença confirmada de 3 palestrantes internacionais, são eles:

Alicia Fernández - Argentina
Prof. Dr.Antônio Nóvoa - Portugal
Prof. Dr. R. Feuerstein – Israel

E mais de 100 palestrantes nacionais!
Faça sua Inscrição agora e pague em até 4 vezes!
Envie também seu trabalho Científico.
Certificado com a chancela do Mackenzie!

Serviço:
Data: Dias  29, 30 e 31 de agosto de 2013
Local: Universidade Presbiteriana Mackenzie,
Endereço: R. Itambé, 143.


ARTE - EDUCAÇÃO PARA EDUCADORES


Curso: FIGURAS E ADEREÇOS DAS MANIFESTAÇÕES POPULARES

Confecção, utilização e manipulação de figuras, (míticas e típicas) presentes no teatro, na dança e nos folguedos da tradição popular brasileira.

Programação:
1. As figuras do imaginário popular brasileiro;
2. Os tipos e arquétipos;
3. Adereços (ciclo junino - Boi).

Informações:
11 97197 7294
luanaarujosite.wix.com/site

O CIEE está com programação musical especial para este mês



O Grupo Isaías e seus Chorões 
No evento o grupo tocará músicas do repertório de Pixinguinha.
Data: 10/05 - 6a. feira
Horário: 20:00hs













Apresentação Musical com a Filarmônica Bachiana Sesi-SP - 
Regência: Maestro João Carlos Martins

Data: 14/05/2013 – 3ª. feira       
Hora: 19:00hs        




Serviço:
 Local: Espaço Sociocultural - Teatro CIEE
 Informações e programação: CIEE

terça-feira, 7 de maio de 2013

Rock para pequenos


Um livro ilustrado para futuros roqueiros

O livro nasceu da união entre duas paixões: rock e crianças. Sem muita firula, com textos diretos e ilustrações coloridas, o livro apresenta para os pequenos esse incrível mundo do rock e alguns dos seus ícones. Os “personagens” foram escolhidos a dedo pela autora Laura D. Macoriello: Jimi Hendrix, Elvis Presley, Janis Joplin, David Bowie, Angus Young, The B-52s, The Rolling Stones, Chuck Berry, Steve Harris (Iron Maiden), Ramones, Beatles, Kiss e Ozzy Osbourne.

Laura, mãe da pequena Olívia, sabe como é difícil ensinar bons hábitos/maneiras para as crianças, e por isso usou a tática de mostrar os ídolos como bons exemplos. Assim, Hendrix incentiva a escovação dos dentes, Elvis recomenda cabelos bem penteados e Bowie mostra a importância de respeitar as diferenças.


O encanto visual de Rock Para Pequenos é fornecido pelo traço do ilustrador mineiro Lucas Dutra. Ele deu vida e cores aos ídolos escolhidos pela autora, acrescentando detalhes que certamente vão agradar os pais roqueiros, que não resistirão a dar uma boa espiada no livro dos filhos. Eles vão curtir a caricatura estilosa do Joey Ramone, os detalhes na roupa do Steve Harris (camiseta do West Ham!) ou o cuidado de retratar o Chuck Berry com o modelo exato de guitarra que ele usa.

Serviço:
Rock para pequenos - Um livro ilustrado para futuros roqueiros
Autora: Laura D. Macoriello
Ilustrações: Lucas Dutra.

Adolescentes: assassinos ou assassinados?


O debate em torno da diminuição da maioridade penal como forma de combater a criminalidade entre os jovens, joga uma cortina de fumaça neste grave problema social.
Há um risco de completo insucesso no combate à violência, caso continuemos a focar sob esse prisma, como propõem as bandeiras ideologizantes de alguns políticos e que tomaram conta dos pensamentos nas ultimas semanas.

Mergulhadas na questão da punição dos jovens como adultos, as pessoas desviaram  o olhar  do que revela essa criminalidade. Permanecem escondidas as mudanças efetivas que precisam ser encaradas para diminuir crimes violentos, como este que nos horrorizou,  realizado para roubar um celular...

Para entender quem são os adolescentes criminosos que despertaram o debate atual, é preciso considerar a segregação dos cidadãos nas periferias urbanas, as poucas políticas públicas dirigidas a eles, a falência da educação, da polícia, da justiça e a desigualdade de participação no bem estar comum que tudo isso ocasiona. Sem alterar estas condições, não se avança na desmontagem desta fábrica de violência  gerada por nossa organização social. 

Para testemunhá-la basta olhar para as matanças nos bairros periféricos de São Paulo no último ano.

O que pretendem alguns políticos é criar uma armadilha para nos afastar da discussão de suas más administrações e do modelo social que defendem, é criar a falsa impressão de que estão sendo cogitadas medidas acertadas contra a situação de calamitosa  insegurança e mal estar.

Não vamos nos iludir deixando diminuir a urgência em torno de mudanças profundas e amplas,  que realmente trariam mais segurança a todos.

Há experiências muito bem sucedidas de queda significativa na violência  entre jovens por meio da implementação de projetos sociais e educativos, destinados a dar a eles esperanças e realizações concretas de seus desejos de melhoria de vida (vide link abaixo). Por que não colocar nossa atenção sobre essas conquistas e batalhar para que sejam ampliadas?


Helena Mange Grinover - Psicologia Clínica; professora na UNIP e do Departamento de Psicanálise Instituto Sedes Sapientiae; Membro do Conselho do Instituto Zero a Seis. http://www.institutozeroaseis.com.br/

Marcia Arantes – Psicóloga; professora de Orientação Profissional - Faculdades Paulistanas; Trabalho de Promoção do Desenvolvimento Pessoal para Professores e Alunos do Instituto Europeo Di Design; Membro do Conselho do Instituto Zero a Seis. http://www.institutozeroaseis.com.br